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Radio TugaNet

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31
Jan20

Brexit. Portugueses que vivem no Reino Unido terão de pedir estatuto de residente

O Reino Unido sai oficialmente da União Europeia na sexta-feira.
É lá que vivem 400 mil portugueses. Para que possam lá continuar, os portugueses que habitam há mais de cinco anos no Reino Unido podem requisitar o estatuto de residente no site criado pelo Ministério da Administração Interna.

Quem lá vive há menos de cinco anos fica com o estatuto de residente provisório.
Noticia adaptada do site rtp.pt
30
Jan20

O jornal USA Today, diz que a TAP tem a melhor classe económica da Europa

A TAP foi eleita pelos leitores do jornal norte-americano USA Today como tendo a melhor classe económica entre todas as transportadoras europeias. Esta votação surge no âmbito dos prémios ’10Best 2020′ lançados pela publicação dos Estados Unidos.

A nível mundial, a TAP foi eleita em 6º lugar como tendo a classe económica com mais qualidade. O primeiro lugar deste ‘top 10’ foi para a American Airlines, seguindo-se Air Asia, Delta Air Lines, Southwest Airlines e JetBlue. A seguir à TAP, ficaram a Emirates, Singapore Airlines, Virgin Atlantic e Cathay Pacific.

A nomeação para estes prémio foi feita por um painel de especialistas do USA Today 10Best Readers Choice Awards, e as votações foram feitas online pelos leitores. Frisando que a página 10Best.com recebe em média de cinco milhões de leitores por mês, a transportadora considera, em comunicado, que “este prémio é mais um reconhecimento do sucesso da grande aposta que a TAP tem feito na América do Norte” e lembra que “é a companhia europeia que mais rapidamente cresce nos Estados Unidos nos últimos anos”.

noticia e imagem do site vidaextra

29
Jan20

Habitação pública de Lisboa está a cargo de 20 arquitectos

As casas novas que a Câmara de Lisboa construir para o seu Programa de Renda Acessível (PRA) vão ser todas projectadas por 20 ateliês de arquitectura escolhidos pela empresa municipal Sociedade de Reabilitação Urbana Lisboa Ocidental (SRU).

A SRU, terá a seu cargo a construção e reabilitação de creches, escolas, centros de saúde e casas novas em Lisboa. Para “responder a esta situação de emergência habitacional” e ter “resultados mais rápidos”, explica Inês Ucha, vogal da empresa, a SRU decidiu fazer acordos-quadro com arquitectos, empresas de prospecção geológica e empresas de fiscalização de obras.

Na prática, a empresa criou uma bolsa permanente à qual recorre sempre que lança uma nova empreitada. “A nossa encomenda por parte da câmara é construção nova. Mas o caminho desde o início foi este: ir ao mercado buscar projectos”, diz Inês Ucha, referindo que a SRU não tem capacidade interna para dar resposta às solicitações.

O acordo-quadro para elaboração e revisão de projectos de arquitectura de habitação foi o primeiro a avançar. Foram escolhidos, por concurso público, 20 ateliês para elaboração de projectos e 13 para a sua revisão. Os critérios de escolha foram o preço/hora cobrado (a base era 60 euros) e a experiência dos técnicos envolvidos.

28
Jan20

Imigrante português diz que foi roubado numa raspadinha de 4 milhões

João Luís DaPonte apresentou uma queixa no Tribunal Superior de Bristol onde relata que a 23 de novembro raspou o bilhete vencedor da lotaria do estado de Massachusetts, que escrevia um valor de “$4MIL”, uma abreviatura para quatro milhões de dólares em inglês, mas por falta de conhecimentos da língua, acreditou que se tratava de quatro mil.

Segundo jornais locais, DaPonte pediu a Maria Oliveira, habitante de New Bedford, para levar a raspadinha e levantar o dinheiro, acreditando que a mulher prestava este tipo de serviço a outros vencedores, a custo de uma percentagem.

Maria Oliveira terá dado apenas 3.800 dólares em vez dos quatro milhões ao imigrante. Segundo a queixa, Maria Oliveira terá entregado a raspadinha à patroa da padaria onde trabalha, Susana Gaspar, e as duas “montaram um esquema” para defraudar DaPonte.

Na versão da queixa, Susana Gaspar fez-se passar por vencedora na Comissão da Lotaria, onde assinou e recebeu o dinheiro e foi dada nos jornais locais como a segunda pessoa a ganhar a lotaria do estado de Massachusetts.

A acusada Susana Gaspar terá escolhido a opção de pagamento a pronto, que equivaliam a 2,6 milhões de dólares, antes de impostos.

Em tribunal, Maria Oliveira rejeitou todas as acusações e declarou que não recebeu a raspadinha do queixoso e “nunca recebeu dinheiro para levantar bilhetes de lotaria para ninguém”, acrescentando que nunca entregou dinheiro a DaPonte.

O homem apercebeu que foi vítima de um esquema quando mostrou uma fotografia da raspadinha a um amigo e este lhe disse que “$4MIL” significam quatro milhões.

O advogado que representa as duas acusadas, Walter Faria, declarou numa entrevista que duvida de todas as acusações apresentadas na queixa e disse que Maria Oliveira comprou o bilhete para Susana Gaspar, que assinou a raspadinha.

O caso está a ser investigado e ainda não há data marcada para uma audiência.

noticia adaptada e imagem do site noticiasaominuto

27
Jan20

Rui Pinto diz que entregou disco rígido com dados sobre Isabel dos Santos

Em 2018, Rui Pinto entregou um disco rígido com dados relacionados sobre a fortuna de Isabel Dos Santos.

“Os advogados abaixo assinados declaram que o seu cliente, o Sr. Rui Pinto assume a responsabilidade de ter entregue, no final de 2018, à Plataforma de Proteção de Denunciantes na África (PPLAAF), um disco rígido contendo todos os dados relacionados com as recentes revelações sobre a fortuna de Isabel dos Santos, sua família e todos os indivíduos que podem estar envolvidos nas operações fraudulentas cometidas à custa do Estado angolano e, eventualmente, de outros países estrangeiros”, refere uma nota enviada às redações.

Segundo o documento, a que o JN teve acesso, Rui Pinto “procurou, assim, ajudar a entender operações complexas conduzidas com a cumplicidade de bancos e juristas que não só empobrecem o povo e o Estado de Angola, mas podem ter prejudicado seriamente os interesses de Portugal”.

Na nota enviada pelos advogados, em três línguas – português, francês e inglês – Rui Pinto “esclarece que entregou este disco rígido, no cumprimento do que entende ser um dever de cidadania, e sem qualquer contrapartida”, depois de tomar conhecimento das missões realizadas pela organização PPLAAF, permitindo que usassem os dados como entendessem.

Rui Pinto “está satisfeito por ver que, graças ao intenso trabalho do consórcio de jornalistas ICIJ, todos os dados foram explorados, verificados, validados e, portanto, encabeçaram as revelações que necessariamente levarão à abertura de investigações criminais em muitos países, incluindo Portugal”, lê-se ainda no documento.

Os advogados de Rui Pinto defendem também que: “está feita a prova de que, sem as imensas revelações de Luanda Leaks, tornadas possíveis graças ao nosso cliente, as autoridades reguladoras, policiais e judiciais nada teriam feito”.

“Graças ao nosso cliente, os cidadãos portugueses e o mundo têm acesso à verdade de um extraordinário sistema de predação e corrupção, gravemente prejudicial para Portugal, Angola e outros países”, acrescentam.

noticia adaptada e imagem do site jn

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