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06
Mar20

Novo comandante da PSP promete combater racismo

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Na cerimónia de tomada de posse do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, Paulo Pedreira disse: “Este é o comando onde tudo acontece”.

É certo que o comando tem “enormes dificuldades e grandes desafios no caminho”, Paulo Pereira disse que irá “combater o racismo e a xenofobia em qualquer circunstância interna e externa à instituição”

Há também a “necessidade de implementar medidas e procedimentos de segurança que possam contribuir para o reforço da prevenção de atos violentos e ilícitos em ambiente desportivo”.

A melhoria da capacidade e qualidade da primeira intervenção em situações de violência doméstica, a melhoria das condições de trabalho dos polícias, a intensificação dos modelos de proximidade, além da reorganização do “dispositivo para aumentar a capacidade no terreno, visando uma pronta e cabal resposta aos apelos, chamadas e necessidade da população”, foram outras das metas indicadas por Paulo Pereira.

É aqui onde se joga muito do que se passa na PSP (…), é aqui que tudo tem grande impacto mediático, seja pela positiva, seja pela negativa“, reconheceu o diretor nacional da PSPMagina da Silva, que também tomou posse há cerca de um mês.

Gracejando que se o novo comandante tiver sucesso isso poupará ao diretor nacional da PSP “muitas dores de cabeça”, Magina da Silva antecipou que Paulo Pereira “não terá uma vida fácil”.

O ambiente de operações em que vai atuar é caracterizado por elevada imprevisibilidade e complexidade, tornando a intervenção muito mais exigente e difícil“, salientou, avisando que “não faltarão as fontes de escrutínio, formais e informais”.

Pois, disse, a PSP está “sempre debaixo dos holofotes“, mas tal “não intimida, nem limita a ação” dos agentes, apenas “aumenta o desafio”.

O novo comandante do Comando de Lisboa da PSP é licenciado em Ciências Policiais pelo Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna e é ainda licenciado em Direito, pós-graduado em Criminologia e em Medicina Legal e mestre em Criminologia.

Antes desta nomeação, desempenhava funções de comandante do Comando Distrital de Aveiro, depois de ter sido oficial de ligação da PSP no Ministério da Administração Interna.

noticia adaptada e imagem do site noticias ao minuto

05
Mar20

Produz-se mais nos países onde se trabalha menos horas

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O Eurostat diz que os países da União Europeia com menores cargas horárias semanais registam níveis mais elevados de produtividade.

A Irlanda, o pais mais produtivo da União Europeia (194,6), tem, em média, 36,5 horas de trabalho semanal. São menos três horas do que a realidade laboral portuguesa e a produtividade registada é quase o triplo da de Portugal (74,5).

Depois da Irlanda, destaca-se positivamente o Luxemburgo e a Bélgica, tendo este último país tem um índice de produtividade de 129,9 – quase menos 65 pontos que a Irlanda – e trabalha quase mais uma hora semanal (37,2).

Por sua vez, Países Baixos têm a menor carga horária (30,4 horas), registando uma produtividade superior à média europeia (110,4).

Portugal, com uma carga horária de 39,5 horas semanais, é um dos países menos produtivos da União Europeia, segundo os mesmos números, que colocam apenas Bulgária, a Roménia, Letónia, Hungria e Croácia com índices inferiores.

noticia adaptada do site zap imagem do pixabay

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