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05
Jun20

Foram às centenas, a quantidade de pessoas que se despediram de George Floyd.

foto: g1.globo.com

Foram às centenas, a quantidade de pessoas que se despediram de George Floyd.

O reverendo e veterano ativista pelos direitos civis Al Sharpton, ficou encarregue do discurso fúnebre. Nele, afirmou que Floyd “não morreu de uma doença comum, mas sim do mau funcionamento da justiça criminal dos Estados Unidos”.

“O que aconteceu com Floyd acontece todos os dias neste país”, realçou Sharpton. “É o momento de nos colocarmos de pé e em nome de George, dizermos: tire esse joelho do meu pescoço”. “Você mudou o mundo, George”, disse o pastor.

“Vamos continuar até mudarmos todo o sistema de justiça”, afirmou Sharpton.

A cerimónia, teve testemunhos da família e a presença de personalidades como o reverendo Jesse Jackson, a senadora por Minnesota, Amy Klobuchar, e o mayor  de Minneapolis, Jacob Frey.

O caixão dourado com o corpo de Floyd foi colocado à frente de uma projeção que mostra um mural pintado no local onde morreu e onde agora foi montado um memorial improvisado com flores e mensagens.

O advogado da família, Ben Crump, prometeu “justiça” no caso, no qual são processados quatro polícias.

Crump afirmou que Floyd morreu pela “pandemia do racismo e da discriminação”, depois de a necropsia ter confirmado morte por asfixia e revelado também que tinha sido infetado pelo novo coronavírus.

As manifestações, na sua maioria pacíficas e silenciosas, voltaram a acontecer por todos os Estados Unidos da América.

04
Jun20

Portugal tem “aprovação provisória” para Banco de Fomento

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O primeiro-ministro, António Costa, disse em entrevista à TVI, que Portugal tem “uma aprovação provisória da Comissão (Europeia) para um banco de fomento”.

“Vou ser franco: não acreditaria se não tivéssemos o trabalho de casa feito junto das instituições europeias”, disse Costa.

Essa instituição será importante, para “canalizar fundos públicos ou de bancos de investimentos”.

Costa disse que é ainda a fase de “estancar a hemorragia” porque “Não há plano que nos salve da dor. Esta crise está a doer e vai doer”, afirmou.

03
Jun20

"Deixem o pimba em paz" trouxe publico ao campo pequeno

imagem: blitz

O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo encheram a sala, do Campo Pequeno com o concerto chamado “Deixem o Pimba em Paz”. Este é o primeiro grande espetáculo em sala, desde o início da pandemia.

Duas mil pessoas, incluindo o primeiro-ministro, foram assistir de máscara ao espetáculo.

”Deixem o Pimba em Paz”, no Campo Pequeno, em Lisboa, marcou a reabertura das salas de espetáculo, agora com novas regras. Depois de mais de dois meses, de palcos e plateias vazias o espetáculo ”Deixem o Pimba em Paz” marcou o reencontro, entre público e artistas.

Salvador Sobral aceitou o convite de Bruno Nogueira e Manuela Azevedo e cantou “Som de Cristal” de Marante.

02
Jun20

Protestos pela morte do afro-americano George Floyd, continuam

A oeste de Chicago, 60 pessoas foram detidas. Em Illinois, também. Em Buffalo, Nova Iorque, o condutor de uma viatura investiu sobre um grupo de polícias numa manifestação, causando ferimentos a pelo menos dois agentes.

Em Washington, a polícia voltou a usar gás lacrimogéneo e projéteis para dispersar os manifestantes, enquanto em Nova Iorque, nem o recolher obrigatório impediu outra noite de destruição.

Em Minneapolis, onde Floyd morreu, foram efetuadas 155 detenções, 800 em Nova Iorque e mais de 900 em Los Angeles.

A Associated Press, indicou que pelo menos 5.600 pessoas terão já sido detidas nos Estados Unidos desde o início dos protestos contra a morte de George Floyd.

A indignação foi sentida um pouco por todo o país. De Nova Iorque a Los Angeles, de Filadélfia a Seattle, centenas de milhares de norte-americanos têm-se manifestado contra a brutalidade policial, o racismo e a desigualdade social..

George Floyd foi assassinado às mãos da polícia norte-americana, devido à pressão feita no seu pescoço, e o afro-americano estava sob o efeito de drogas, concluiu o médico legista responsável pela autópsia.

O afro-americano de 46 anos teve uma “parada cardíaca e pulmonar” por causa da forma como foi imobilizado pela polícia, indicou em comunicado, esta segunda-feira, o médico legista do condado de Hennepin.

No relatório, listou “outros parâmetros importantes: arteriosclerose e pressão alta; envenenamento por fentanil [um opiáceo]; uso recente de anfetaminas“.

George Floyd, suspeito pela polícia de falsificar uma nota falsificada de 20 dólares (18 euros), morreu quando foi detido em Minneapolis, no norte dos Estados Unidos, há uma semana.

O polícia, Derek Chauvin, 44, foi demitido, detido e acusado de homicídio. Os três outros agentes presentes no momento dos eventos também foram despedidos.

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