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06
Jan20

Von der Leyen e Barnier em Londres para falar do brexit

A saga do brexit continua meus amigos!

A presidente da Comissão Europeia e o negociador-chefe da União Europeia para o ‘Brexit’, vão estar esta quarta-feira em Londres para falar com o primeiro-ministro britânico sobre o processo, foi hoje anunciado.

“A presidente Von der Leyen e Michel Barnier vão estar em Londres na quarta-feira para uma reunião com o primeiro-ministro Boris Johnson, encontro no qual vão discutir o acordo de saída do Reino Unido da UE e olhar para o ano que agora começa”, informou através de uma publicação na rede social Twitter o porta-voz do executivo comunitário para o ‘Brexit’, Daniel Ferrie.

O porta-voz de Ursula Von der Leyen, Eric Mamer, disse: “Esta reunião vai acontecer num momento muito especifico, numa altura em que o acordo de saída está a ser ratificado pelo Reino Unido, e não vai acontecer numa altura em que as negociações comerciais já começaram”, vincou o responsável.

Está previsto que a votação final seja feita a 09 de janeiro.

Após este último aval britânico e o consentimento da Rainha, faltará apenas o Parlamento Europeu votar o acordo de saída, proposto por Boris Johnson, cujo partido Conservador dispõe de uma confortável maioria absoluta alcançada nas eleições do passado dia 12 de dezembro.

Dados estes passos, inicia-se um período de transição, que começa depois da data de saída, 31 de janeiro, e prolonga-se até 31 de dezembro.

noticia adaptada e imagem tirada do site dnoticias.pt

02
Jan20

As cicatrizes do Brexit

Os britânicos passaram três anos e meio no absoluto caos social e político, sem saberem o que seria do seu futuro imediato. E não é a primeira vez que isto acontece.

Como referimos num post anterior, só a 1 de janeiro de 1973 é que foi possível a entrada do Reino Unido na união europeia após forte oposição do General de Gaulle.

A economia continua a ser um mistério. Se o Reino Unido conseguir um acordo comercial com os 27 países, será ótimo! Caso contrário, a alternativa será fazer uma parceria com os Estados Unidos mas Trump não me parece lá muito agradado com essa ideia.

O que será de questões como a segurança e a defesa? As áreas que sempre juntarão toda a gente. A dúvida é como se comportará o Reino Unido em termos diplomáticos: quererá ser um player internacional em palcos tão importantes como o Irão, a Síria, Israel e a Rússia? Aguardamos respostas.

noticia adaptada e imagem tirada deste site

01
Jan20

Brexit: O que fazer em relação à Escócia?

Em 1955, cinco países (França, Alemanha, Itália, Bélgica e Luxemburgo) queriam unir-se ao Reino Unido para formar um mercado comum. O Reino Unido não quis entrar em negociações e os restantes países juntaram-se e formaram a União Europeia.

Ao perceber a asneira que tinha feito, o Reino Unido voltou atrás e em 1963 quis aderir à União Europeia também. A França, na altura comandada pelo General De Gaulle foi contra. 4 anos depois o mesmo pedido foi feito e novamente recusado. Até que em 1971, com o general morto, a entrada do Reino Unido foi aprovada.

A Austrália não achou muita piada nesta união e cortou relações com os ingleses. Para recordação, o pais apenas preservou a Union Jack britânica e a manutenção simbólica da rainha inglesa como soberana da Austrália. Como consequencia todas as importações extracomunitárias britânicas, passavam a ser taxadas de acordo com as tarifas europeias. 

Dizem que Churchill apelidava a União como "Estados Unidos da Europa". É preciso entender que a não adesão da Grã-Bretanha, tinha razões de natureza geopolítica. Bem diferente do que acontece agora com Boris Johnson.

Na altura, Churchill queria que os Estados Unidos da América, a Comunidade Britânica de Nações (atente-se bem na designação usada por Churchill, para referir a Grã-Bretanha) e a Rússia soviética, fossem os grandes patrocinadores da União Europeia, sabe-se lá como...

Félix Klos, um dos biógrafos de Churchill, as razões para a não participação britânica na união europeia eram principalmente duas: “A primeira era que a Grã-Bretanha não podia contemplar a ideia de uma aliança com os seus vizinhos europeus, para ir depois acabar num divórcio com o seu império e com a Commonwealth. A segunda era o facto de Churchill ter os olhos postos na América e não na Europa, para garantir a segurança da Grã-Bretanha no mundo do pós-guerra.

A primeira razão deixou de fazer sentido quando o Reino Unido aderiu a 1 de Janeiro de 1973 e a segunda também deixou de fazer sentido quando Trump revelou que não liga minimamente à união europeia.

Quando finalmente a saída for consolidada, a Irlanda do Norte irá certamente integrar-se na República da Irlanda e automaticamente voltar à União (não que alguma vez tivesse saído) mas e a Escócia? Os escoceses não querem sair mas se o Kosovo ainda não é reconhecido por cinco países da UE: Chipre, Eslováquia, Espanha, Grécia e Roménia, a Escócia, se conseguir simpatia de 4 deles,  terá uma forte oposição da Espanha que nunca aceitará a entrada na União de um Estado com origem numa secessão, seja esta por referendo ou por qualquer outra via. 

noticia adaptada daqui e imagem daqui

31
Dez19

Como vão ficar as pensões de reforma após o brexit?

31 de janeiro de 2020 é a data de saida da união europeia para o Reino Unido. A pergunta que tem atormentado os trabalhadores é: e agora, como fica a minha reforma?

Segundo o jornal “El Economista”, será necessário renovar os acordos existentes a nível europeu com o Reino Unido, algo que alguns Estados-Membros já fizeram nos últimos meses, para confirmar as condições e procedimentos laborais, como os contratos, residência ou emprego, contribuições e, por fim as pensões. 

Por exemplo, se um trabalhador estrangeiro residir no Reino Unido há 20 anos e deseja regressar ao seu país de origem para continuar sua carreira, as contribuições pagas ao sistema público nos 20 anos em que esteve no Reino Unido são automaticamente reconhecidas pela Segurança Social, para que esse trabalhador, quando se reformar, não sofra perdas ou anos de contribuições.

A dúvida está em saber qual será o regime de residência dos trabalhadores europeus no Reino Unido e, consequentemente, o seu direito de contribuir para o sistema britânico.

As autoridades comunitárias confirmam que, após o Brexit, serão respeitados os direitos adquiridos das pessoas que trabalham em território britânico ou europeu que foram embora voluntariamente ou que foram deslocadas pelas suas empresas. Ao mesmo tempo, os direitos futuros que podem ser adquiridos também são garantidos com base no trabalho realizado antes dessa data, ou seja, no reconhecimento das pensões do país onde o empregado se reformou.

noticia adaptada e imagem do site jornaleconomico

30
Dez19

Portugal poderá perder 100 mil turistas britânicos se o brexit correr mal

De acordo com um estudo da Comissão Europeia de Viagens, Portugal poderá perder quase 6% de visitantes britânicos em 2021.

É que caso a saída do Reino Unido seja concretizada através do pior cenário, Portugal deverá perder 5,8% de turistas daquele país.

Se pensam que as coisas vão ficar feias no nosso país, na Espanha as coisas não vão correr melhor. "Espanha é o país mais afetado em número de viajantes, enquanto a Islândia regista a maior perda em termos percentuais", disse o tal estudo.

De acordo com o estudo, entre janeiro e julho deste ano a chegada de turistas internacionais aumentou 8,3% em Portugal, em termos homólogos.

noticia adaptada e imagem tirada do site jornaldenegocios

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