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02
Mai20

Covid-19: Números duplicados?

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O boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS), deste sábado, diz que em Portugal já morreram 1.023 pessoas por Covid-19, o que traduz um aumento de 16 vítimas mortais. Até ao momento há 25.190 infetados com o novo coronavírus por cá.

Como assim? o nome de infetados diminuiu de ontem para hoje?

A DGS indica que “o  apuramento de dados, para efeitos de vigilância epidemiológica, é complexo e não integra automaticamente SINAVE-LAB e SINAVE-MED”. 

Com efeito, “quando um caso confirmado laboratorialmente para SARS-CoV-2 não tem número de utente associado no registo, o sistema está parametrizado para verificar se o nome e data de nascimento correspondem, ou não, a um caso que já estivesse confirmado”. 

Ora, “num conjunto de casos da região Norte, na última semana (desde o dia 25 de abril), os testes informáticos de verificação encontraram 422 casos duplicados que não eram verdadeiros novos casos e sim problemas de integração”. E por esse motivo os dados da região Norte refletem essa correção. 

Quanto ao número de casos recuperados, é hoje de 1.671, o que reflete um aumento de 24 em relação a sexta-feira. 

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 14.951, seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo, com 6.047 casos, da região Centro (3.426), do Algarve (331) e do Alentejo, que hoje apresenta 218 casos. Há ainda 131 pessoas infetadas com Covid-19 nos Açores e 86 na Madeira.

Noticia adaptada do site noticiasoaminuto

01
Mai20

Covid-19: Os dados de hoje

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Portugal registou até esta sexta-feira 1007 mortes de covid-19, o que significa um aumento de 1,8% em relação às 989 confirmadas no dia anterior (mais 18 óbitos). Nas últimas 24 horas, foram detectados mais 306 casos, o que corresponde a uma taxa de crescimento de 1,2%. Há 25.351 casos identificados desde o início do surto.

Os números, divulgados esta sexta-feira no boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS), dão conta de 892 pessoas internadas, das quais 154 estão nos cuidados intensivos (menos 18 do que no dia anterior).

A região Norte continua a ser a que concentra o maior número de casos, com 15.231 pessoas infectadas e 578 óbitos – 60% da totalidade dos casos e 57,4% das mortes. A segunda região mais afectada é a de Lisboa e Vale do Tejo, com 5939 casos confirmados e 202 vítimas mortais. A região Centro tem registados 3419 casos e 201 mortes, seguida da região do Algarve, com 331 infectados e 13 óbitos. O Alentejo assinala até esta sexta-feira 218 casos e uma morte. Os Açores e a Madeira são as regiões com menor número de casos, com 127 e 86, respectivamente. A Madeira é a única região sem mortes registadas.

Noticia adaptada do site publico.pt

29
Abr20

Covid-19: Portugal já tem 1470 doentes recuperados!

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973 é o número de mortos por Covid-19 em Portugal, anunciou o o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, na conferência de imprensa desta quarta-feira, de balanço diário da doença.

Morreram mais 25 doentes nas últimas 24 horas, o mesmo número de vítimas mortais registados na terça-feira.

Há, também, 183 novos casos de infeção, elevando o total para 24.505.

O número de doentes recuperados subiu para 1.470, com mais 81 recuperações relativamente ao balanço da véspera.

A região Norte continua a ser a mais afetada pela pandemia, com 556 mortos e 14.715 infetados. Segue-se Lisboa (195/5.695), o Centro (196/3.340), Algarve (13/330), Alentejo (1/214), Açores (12/125) e Madeira (0/86).

Lisboa é o concelho com mais casos positivos – 1.447, à frente de Gaia, com 1.322, e  Porto, 1.187.

Noticia adaptada do site tvi24

28
Abr20

É o fim do estado de emergência!

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“O estado de emergência cessará a sua vigência após esta segunda renovação no dia 02 à meia-noite. Espera-se não ser necessário no futuro recorrer novamente ao estado de emergência. Se for necessário, isso será ponderado”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

Estas declarações do Presidente da República foram dadas depois da reunião no Infarmed, em Lisboa, onde Marcelo, o primeiro-ministro, representantes de partidos e parceiros sociais se reuniram com especialistas para analisar a situação epidemiológica da Covid-19, antes do Governo anunciar as medidas de “reabertura” do país.

A reunião ocorre dois dias antes do Conselho de Ministros de quinta-feira, onde serão decididos pelo Governo quais os setores da economia que vão retomar a atividade no dia 4 de maio e nas quinzenas seguintes.

Segundo o que decide ontem o primeiro-ministro, a intenção do Governo, é “fixar o calendário para o que pode abrir a 4 e a 18 de maio e a 1 de junho” e, no final de maio, “voltar a fazer uma avaliação em relação ao conjunto de outras atividades”.

Boas noticias, não?

Noticia adaptada do site 24sapo

25
Abr20

A cerimónia de comemoração do 25 de Abril, começou com um minuto de silêncio

 

Bom sábado meus amigos!

Acompanharam a cerimónia?

A cerimónia na Assembleia da República iniciou-se com um minuto de silêncio, a pedido do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, em memória dos portugueses que morreram devido à Covid-19.

Depois, o presidente Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que “o 25 de Abril é essencial e tinha de ser evocado”. Não o invocar seria “um absurdo cívico” e um “péssimo sinal”. O Presidente da República disse que este dia não podia deixar de ser celebrado, apesar de tudo.
“É precisamente em tempos excecionais que se impõe evocar o que constitui mais do que um costume ou um ritual, o que é manifestamente essencial”, defendeu Marcelo.
“O 25 de Abril é essencial e tinha de ser evocado”, disse o Presidente da República. “Em tempos excecionais de dor, de sofrimento, de luto, separação, de confinamento, a que mais importa evocar: a pátria, a independência, a república, a liberdade e a democracia”.

Quanto às polémicas, Marcelo argumentou que “a presente evocação não é uma festa de políticos alheia ao clima de privação vivido na sociedade portuguesa. Evocar o 25 de Abril é falar deste tempo, não é ignora-lo. Invocar o 25 de Abril é combater a crise na saúde e a crise social. Invocar o 25 de Abril é chorar os mortos”.O chefe de Estado assegurou que outras datas marcantes para Portugal, como o 10 de Junho, 5 de Outubro e 1 de Dezembro, também serão assinaladas.

“Esta sessão é um bom e não um mau exemplo. O que seria verdadeiramente incompreensível e civicamente vergonhoso era haver todo um país a viver este tempo de sacrifício e de entrega e a Assembleia da República demitir-se de exercer todos os seus poderes numa situação em que eles eram e são, mais do que nunca, imprescindíveis”, defendeu Marcelo, aplaudido por todo o Parlamento.

Noticia adaptada do site rtp.pt

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